Este LP foi lançado em 1958. Era parte de um show itinerante global chamado "Brasiliana", organizado pelo produtor polonês Miecio Askanasy. Alguns LPs foram feitos pelos membros do elenco, e este é um deles. É uma raridade. Tão raro que até Gilles Peterson, um super fã de música brasileira rara, não tem um. Então, ele fez um apelo na revista Record Collector para que alguém o lançasse. Era uma página fascinante de informações, afirmando que este LP era um alicerce do som brasileiro contemporâneo, as raízes de tudo, e era essencial ouvi-lo. A música foi escrita por um homem chamado José Prates, um homem que poucas pessoas conheciam, mas cujas influências deveriam ser estudadas. Eu li isso e imediatamente entrei em contato com Ed Motta, um músico e colecionador no Brasil; ele tem uma cópia e eu já o havia encontrado antes e conversado muito sobre discos. Ele me enviou uma gravação do álbum (feita usando seu deck EMT) e começamos a prepará-lo para lançamento.
A música não estava na melhor condição, o vinil original dos anos 1950 não foi bem prensado e tem várias inconsistências musicais. Então, passamos um tempo angustiante tentando alcançar um equilíbrio adequado no som, tentando manter o som original brilhante e vibrante, sem limpá-lo demais para não destruir a vida da música. Decidimos que o vinil seria prensado com um leve ruído de superfície – qualquer limpeza a mais interferiria com o verdadeiro som do vinil. Soa exatamente como um LP raro dos anos 50. No entanto, como contraste, o CD é prensado com mais aprimoramento digital.
A MÚSICA:
A razão pela qual Gilles Peterson queria o relançamento deste álbum é porque ele é extraordinário. Musicalmente, funciona em vários níveis – primeiramente, como já mencionado, o sólido plano de fundo da música brasileira dos anos 1960 permeia todo ele. Por exemplo, se você ouvir a Faixa Três Lado Um "Nana Imborô", você ouvirá "Mas-Que-Nada". Em segundo lugar, os ritmos contagiantes, melodias e sons exóticos que emanam deste álbum são profundos, crus e totalmente envolventes. E quanto mais você ouve Tam... Tam... Tam...! mais você percebe sua importância e influência futura. Este raro relançamento vem em um momento crucial, quando em nosso mundo conectado e saturado de informações poucas coisas importantes escaparam da atenção e reavaliação. Encontrar algo novo e genuinamente incrível é uma façanha rara. Este é um exemplo primordial de música incrível e influente que até agora permaneceu oculta. Não mais.
LISTA DE FAIXAS:
Exatamente como o LP original, aqui com os tempos de execução:
Lado Um:
Imbarabaô: 2:50
Imbaê-Sofá: 2:18
Nana Imborô: 4:27
Fá-êu-á: 2:35
Oniká: 2:33
Ogum Olojô: 2:33
Lado Dois:
Maracatú da D Santa: 3:31
De Luandaô: 2:57
Maracatú Elegante: 3:14
Nêga Zefinha: 3:54
Tem Brabo no Samba: 5:37
LP José Prates - Tam... Tam... Tam...!
Este LP foi lançado em 1958. Era parte de um show itinerante global chamado "Brasiliana", organizado pelo produtor polonês Miecio Askanasy. Alguns LPs foram feitos pelos membros do elenco, e este é um deles. É uma raridade. Tão raro que até Gilles Peterson, um super fã de música brasileira rara, não tem um. Então, ele fez um apelo na revista Record Collector para que alguém o lançasse. Era uma página fascinante de informações, afirmando que este LP era um alicerce do som brasileiro contemporâneo, as raízes de tudo, e era essencial ouvi-lo. A música foi escrita por um homem chamado José Prates, um homem que poucas pessoas conheciam, mas cujas influências deveriam ser estudadas. Eu li isso e imediatamente entrei em contato com Ed Motta, um músico e colecionador no Brasil; ele tem uma cópia e eu já o havia encontrado antes e conversado muito sobre discos. Ele me enviou uma gravação do álbum (feita usando seu deck EMT) e começamos a prepará-lo para lançamento.
A música não estava na melhor condição, o vinil original dos anos 1950 não foi bem prensado e tem várias inconsistências musicais. Então, passamos um tempo angustiante tentando alcançar um equilíbrio adequado no som, tentando manter o som original brilhante e vibrante, sem limpá-lo demais para não destruir a vida da música. Decidimos que o vinil seria prensado com um leve ruído de superfície – qualquer limpeza a mais interferiria com o verdadeiro som do vinil. Soa exatamente como um LP raro dos anos 50. No entanto, como contraste, o CD é prensado com mais aprimoramento digital.
A MÚSICA:
A razão pela qual Gilles Peterson queria o relançamento deste álbum é porque ele é extraordinário. Musicalmente, funciona em vários níveis – primeiramente, como já mencionado, o sólido plano de fundo da música brasileira dos anos 1960 permeia todo ele. Por exemplo, se você ouvir a Faixa Três Lado Um "Nana Imborô", você ouvirá "Mas-Que-Nada". Em segundo lugar, os ritmos contagiantes, melodias e sons exóticos que emanam deste álbum são profundos, crus e totalmente envolventes. E quanto mais você ouve Tam... Tam... Tam...! mais você percebe sua importância e influência futura. Este raro relançamento vem em um momento crucial, quando em nosso mundo conectado e saturado de informações poucas coisas importantes escaparam da atenção e reavaliação. Encontrar algo novo e genuinamente incrível é uma façanha rara. Este é um exemplo primordial de música incrível e influente que até agora permaneceu oculta. Não mais.
LISTA DE FAIXAS:
Exatamente como o LP original, aqui com os tempos de execução:
Lado Um:
Imbarabaô: 2:50
Imbaê-Sofá: 2:18
Nana Imborô: 4:27
Fá-êu-á: 2:35
Oniká: 2:33
Ogum Olojô: 2:33
Lado Dois:
Maracatú da D Santa: 3:31
De Luandaô: 2:57
Maracatú Elegante: 3:14
Nêga Zefinha: 3:54
Tem Brabo no Samba: 5:37
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