O cantor, compositor, ator, diretor, artista plástico e, sobretudo, cabareteiro Edy Star volta a gravar um álbum na flor de seus 85 anos muito bem vividos para homenagear um velho amigo, Sérgio Sampaio. Trata-se de uma amizade iniciada no início da década de 1970 quando se reuniu com ele e mais Raul Seixas e Miriam Batucada – todos ainda desconhecidos do grande público – para gravar o hoje cult “Sociedade da Grã-Ordem Kavernista apresenta Sessão das 10”. Estávamos nos idos de 1971, e logo no ano seguinte, Sérgio foi o primeiro do quarteto a estourar, o que se deu no VII Festival Internacional da Canção com “Eu quero é botar meu bloco na rua”.  

 

“Acho que depois de tanto cantar Raul Seixas estava devendo um álbum ao Sérgio. Calhou de ter essa oportunidade e consegui convencer uma gravadora”, explica o artista, citando a Kuarup, que encampou o projeto. Ele diz que escolheu as dez canções do repertório a quatro mãos com seu produtor, o incansável Thiago Marques Luiz, um bravo guerreiro, pescador de grandes artistas subestimados pelo mercado.

 

“Meu Amigo Sérgio Sampaio”, cuja imagem da capa nos mostra os dois amigos em close, tem arranjos do competente multi-instrumentista Rovilson Pascoal, que toca guitarra, violão, cavaquinho, piano e pilota os samplers do álbum, e conta ainda com Fábio Sá nos baixos acústico e elétrico, Caio Lopes, na bateria, e Bianca Godói e Michel Machado nas percussões.

 

Quando Edy começou a conceber este álbum-tributo, já lhe veio à mente convidar para dividir com ele algumas faixas alguns artistas que tinham uma certa intimidade com o trabalho de Sérgio ou com o contexto em que o mesmo se inseriu em nossa música. Assim, Maria Alcina foi escalada para cantar o clássico “Eu quero é botar meu bloco na rua” por ter sido revelada (com “Fio Maravilha”) no mesmo festival que ele defendeu esta música; Zeca Baleiro está em “Cabras pastando” por ter produzido seu álbum póstumo, “Cruel”, e Renato Piau em outra de suas mais conhecidas obras, “Meu pobre blues”, por tê-lo acompanhado ao violão em diversos shows. Sua velha amiga roqueira Tatá Martineli e os jovens Jonnata Doll e Tatá Aeroplano também participam no coro em diversas faixas.

 

Faixas:

 

01 – Ninguém vive por mim

02 – Homem de trinta

03 – Cabras pastando (com Zeca Baleiro)

04 – Cada lugar na sua coisa

05 – Meu pobre blues (com Renato Piau)

06 – Filme de terror

07 – Foi ela

08 – Eu quero é botar meu bloco na rua (com Maria Alcina)

09 – Não tenha medo não

10 – Feminino coração de Deus

11 – Adiante (somente na versão em CD físico)

 

 

CD Edy Star - Meu Amigo Sérgio Sampaio com Faixa Bônus Exclusiva do CD

R$49,90
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O cantor, compositor, ator, diretor, artista plástico e, sobretudo, cabareteiro Edy Star volta a gravar um álbum na flor de seus 85 anos muito bem vividos para homenagear um velho amigo, Sérgio Sampaio. Trata-se de uma amizade iniciada no início da década de 1970 quando se reuniu com ele e mais Raul Seixas e Miriam Batucada – todos ainda desconhecidos do grande público – para gravar o hoje cult “Sociedade da Grã-Ordem Kavernista apresenta Sessão das 10”. Estávamos nos idos de 1971, e logo no ano seguinte, Sérgio foi o primeiro do quarteto a estourar, o que se deu no VII Festival Internacional da Canção com “Eu quero é botar meu bloco na rua”.  

 

“Acho que depois de tanto cantar Raul Seixas estava devendo um álbum ao Sérgio. Calhou de ter essa oportunidade e consegui convencer uma gravadora”, explica o artista, citando a Kuarup, que encampou o projeto. Ele diz que escolheu as dez canções do repertório a quatro mãos com seu produtor, o incansável Thiago Marques Luiz, um bravo guerreiro, pescador de grandes artistas subestimados pelo mercado.

 

“Meu Amigo Sérgio Sampaio”, cuja imagem da capa nos mostra os dois amigos em close, tem arranjos do competente multi-instrumentista Rovilson Pascoal, que toca guitarra, violão, cavaquinho, piano e pilota os samplers do álbum, e conta ainda com Fábio Sá nos baixos acústico e elétrico, Caio Lopes, na bateria, e Bianca Godói e Michel Machado nas percussões.

 

Quando Edy começou a conceber este álbum-tributo, já lhe veio à mente convidar para dividir com ele algumas faixas alguns artistas que tinham uma certa intimidade com o trabalho de Sérgio ou com o contexto em que o mesmo se inseriu em nossa música. Assim, Maria Alcina foi escalada para cantar o clássico “Eu quero é botar meu bloco na rua” por ter sido revelada (com “Fio Maravilha”) no mesmo festival que ele defendeu esta música; Zeca Baleiro está em “Cabras pastando” por ter produzido seu álbum póstumo, “Cruel”, e Renato Piau em outra de suas mais conhecidas obras, “Meu pobre blues”, por tê-lo acompanhado ao violão em diversos shows. Sua velha amiga roqueira Tatá Martineli e os jovens Jonnata Doll e Tatá Aeroplano também participam no coro em diversas faixas.

 

Faixas:

 

01 – Ninguém vive por mim

02 – Homem de trinta

03 – Cabras pastando (com Zeca Baleiro)

04 – Cada lugar na sua coisa

05 – Meu pobre blues (com Renato Piau)

06 – Filme de terror

07 – Foi ela

08 – Eu quero é botar meu bloco na rua (com Maria Alcina)

09 – Não tenha medo não

10 – Feminino coração de Deus

11 – Adiante (somente na versão em CD físico)